Aprovados concurso CE 2014

quarta-feira, 3 de junho de 2015

100 Provas de concursos anteriores de agentes penitenciários

O Blog Agente penitenciário apresenta para download gratuito o ebook 100 Provas de concursos anteriores de agentes penitenciários. Estudos realizados por experts em material para concursos públicos concluíram que estudar por provas de concursos anteriores contribui decisivamente na aprovação do candidato. Existe previsão para abertura de vários concursos para a carreira de agente penitenciário nos estados, distrito federal e de agente penitenciário federal. A carreira de agente penitenciário tem se destacado e muito procurado por concurseiros de todo o país devido a alguns atrativos a considerar: Aposentadoria especial aos 25 anos (regulamentada em vários estados), porte de arma, salário a cima da média nacional, dentre outras vantagens. A carreira de agente penitenciário tem obtido grande ascensão em estados como MG, SP, PE, PR, ETC.

concurso agente penitenciário



100 PROVAS DE CONCURSOS ANTERIORES DE AGENTES PENITENCIÁRIOS

segunda-feira, 1 de junho de 2015

10 maneiras utilizadas pelas visitantes para adentrar no presídio com drogas e objetos ilícitos

O blog Agente penitenciário do Brasil apresenta este tópico "10 maneiras utilizadas pelas visitantes para adentrar no presídio com drogas e objetos ilícitos". Temos por propósito contribuir na otimização dos presídios como forma de tornar o ambiente carcerário mais digno e humano para os agentes penitenciários, presos e visitantes. Sabe-se que a forma de revista corporal, vexatória,  em que são submetidas as visitantes das unidades prisionais no Brasil é constrangedora e fere os princípios da dignidade humana. Todavia, não podemos admitir que, o Estado detentor do poder de condicionar os presídios em conformidade com as disposições legais, se abstenha da sua obrigação e, feche os olhos para o ingresso de drogas e ilícitos nas prisões, apara depois atribuir a culpa de forma covarde, aos agentes penitenciários. Desta forma, o Estado causa um mal irreparável a sociedade. Listamos abaixo alguns flagrantes realizados nos presídios onde visitantes tentavam adentrar nas unidades prisionais com drogas e ilícitos escondidas.

Drogas e celulares escondidos na cebola

cebola com drogas e celulares

Aparelhos celular escondidos em carne de boi


Celular escondido na Bíblia


Aparelho celular escondido na vassoura


Drogas escondidas no biscoito


Drogas escondidas no ovo


Drogas encontradas em molho de tomate


Celulares escondidos no calçado


Celular encontrado em Chuchu


Cocaína escondida no tamanco









domingo, 31 de maio de 2015

Top 10 sistemas prisionais mais violentos do mundo

O blog dos agentes penitenciários do Brasil apresenta a lista do Centro internacional de estudos prisionais com o Top 10 sistemas prisionais mais violentos do mundo.
os 10 mais violentos sistemas prisionais do mundo

De acordo com o Centro internacional de estudos prisionais o sistema prisional do Brasil é um dos mais violentos do mundo. O país tem a quarta maior população prisional, superado apenas pelos EUA, China e Rússia, de acordo com o Centro Internacional de Estudos Prisionais (ICPS).
Segundo o ICPS, O sistema de justiça e segurança pública no Brasil tem sido historicamente marcado por altos níveis de impunidade,  ineficiência, violência policial e prisões perigosas

Os riscos de doentes mentais nas prisões

O blog Agente penitenciário aborda este tema, os riscos de doentes mentais nas prisões,  devido ser extremamente importante para quem labora nas prisões, para familiares de presos com transtornos mentais ou para interessados nas informações a respeito do sistema prisional brasileiro.
presos doentes mentais

Quem é agente penitenciário sabe da dificuldade em lidar no interior dos presídios com presos com doenças ou transtornos mentais. Infelizmente, este tipo de encarcerados é comum nas prisões do Brasil. Que tipo de estado de direito joga nos depósitos dos presídios pessoas com doenças mentais?
Uma certa vez, na Colônia de regime semi-aberto de Salvador, Bahia, um preso, supostamente com doença mental, incentivado por outros detentos, desferiu um golpe de bengala contra um agente penitenciário. Imediatamente, o corpo da guarda presente no local, foi em auxílio ao colega, porém, os demais prisioneiros vieram em defesa do interno agressor. A situação foi controlada, o agente penitenciário foi encaminhado para atendimento médico, graças a deus não teve maior gravidade, e o preso com distúrbio mental foi conduzido para o manicômio judiciário, ou melhor, Hospital de Custódia e tratamento. Esta ocorrência poderia ter ocasionado outros problemas graves, não só contra o preso agressor, como também, para os agentes penitenciários.
Em outro episódio, na penitenciária Lemos de Brito em Salvador, Bahia, no ano de 2009, um preso com suposto quadro de doença mental foi brutalmente espancado pelos demais companheiros de cela, somente porque não tomava banho.
Uma pergunta é ressonante, porque não conduz ao Hospital estadual para tratamento esse tipo de preso com doenças mentais? Simplesmente, o preso é encaminhado pela Segurança da unidade, porém, quase sempre, é devolvido a unidade de origem por razões absurdas do tipo, precisa de ordem judicial, foi avaliado e não oferece risco, não temos espaço, etc.
Na verdade, mesmo eu não sendo um especialista em problemas mentais, avalio com alto risco a presença de presos com doenças mentais dentro de um estabelecimento prisional e, uma violência do estado para com pessoas com incapacidade mental, alvos fáceis no encarceramento.
O crescimento no quantitativo de presos nos presídios tem algumas características que demonstram a crueldade do estado para com os direitos humanos dos cidadãos. Primeira característica é que 100% são pobres e negros que dependeram do sistema de saúde é não obtiveram ajuda. O poder público alega falta de recursos para atendimento de pessoas com doenças mentais nos hospitais ou meios suficientes para prevenção, atendimento domiciliar ou internamento em centros de saúde.

Como o agente penitenciário deve lidar com um preso com doença mental


Formação específica. O agente penitenciário é o responsável pela ordem e disciplina dos presídios de pessoas com sanidade mental, exceto, para os agentes que trabalham no Hospital de Custódia e tratamento. O agente não sabe lidar com doentes mentais e não receberam treinamento para tal. Mesmo, assim, o servidor penitenciário utilizando de boa vontade e sensibilidade, dá uma atenção especial em casos que o preso apresenta distúrbio mental ou no seu comportamento.

Falta de parceria instituição prisional x Centros de saúde especializado em doenças mentais. Não existe um mecanismo de parceria entre as redes públicas e privadas juntamente com a administração penitenciária afim de realizar os devidos acompanhamentos.

Porta de entrada de presos ineficaz. Em alguns sistemas prisionais brasileiros já existem a chamada porta de entrada de presos. Importante para a coleta de dados únicos do preso, atendimento social inicial, verificação de estado de saúde, e etc. Todavia, na maioria dos estados este tipo de procedimento não existe ou é deficiente.

Falta de hospital para tratamento. Nos estados, ou não há hospitais exclusivos, ou a capacidade para atendimento é insuficiente.

Conflito nas prisões. Geralmente, os demais presos não entendem as causas de mudança de comportamento, falta de higiene e comportamento impulsivo do preso com doenças mantais levando-os a serem violentos. Este tipo de preso com transtornos mentais são também manipulados pelos demais presos.






sábado, 30 de maio de 2015

Agentes penitenciários estão sendo substituídos por robôs na Coréia do sul


Sul coreanos estão substituindo os agentes penitenciários por Robôs

Enquanto em alguns estados do Brasil, como exemplo, a Bahia, estamos muito atrasados em termo de inovações tecnológicas nos presídios, outros países investem em aparelhamento de alta tecnologia. Sei que muitos podem concluir que a utilização da robótica nos presídios vai tomar o lugar do agente penitenciário, considero um grande engano. O robô vai auxiliar o profissional humanos e tornar as suas atividades menos estressantes. 

Em Pohang, Coréia do sul, robôs estão substituindo os agentes penitenciários. A prisão ganhou um reforço de alta tecnologia, ou melhor 03 reforços. Os robôs utilizam quatro rodas e possuem câmeras integradas. Eles fazem buscas nas prisões a procura de qualquer comportamento perigoso como, violência, tumultos, fugas ou suicídios.
O robô é controlado através de um IPAD. Os franceses também desenvolveram modelos parecidos para realizar monitoramento em armazéns. A sua bateria suporta 08-10 horas diárias de uso, podendo detectar qualquer porta que esteja aberta em um ambiente.
a tecnologia aplicada na carreira de agente penitenciário


No centro de detenção na cidade sul-coreana de Pohang, os robôs são responsáveis pelo patrulhamento noturno percoorendo dependências do presídio para monitorar os detentos em suas celas.
Coreanos substituem agentes penitenciários por robôs

Equipado com câmeras de vídeo e sênsores, eles são capazes de detectar comportamento violentos entre os presos evitando assim ação imedita dos agentes penitenciários humanos. O projeto custou aos cofres coreanos algo em torno de US 863 mil, algo em  torno de R$ 259.000,00. 



A carreira de agente penitenciário do Acre

Recomendado para os leitores do blog agente penitenciário que tenham como finalidade realizar concursos de agente penitenciário ou qualquer outro fim.
concursos agente penitenciário do acre

Agente Penitenciário do Acre


Denominação atual:

  •  Lei estadual 1.224, de 10 de junho de 1997, cargo de agente penitenciário;
  • Lei complementar nº 129/2004, passou a denominar cargo de agente de polícia civil;
    concurso agente penitenciário do acre

Cargos de servidores penitenciários:

  • Lei nº 1908, de 03 de agosto de 2007


Órgão gestor:

  • Instituto de administração penitenciária do Acre


Avanços alcançados:
concursos agente penitenciário

  • Incorporação como agente de polícia civil o quadro de servidores da Secretaria de Segurança pública do estado;
  • Regulamentação do dia estadual do agente penitenciário estadual;
  • Auxílio alimentação no contracheque;
  • Auxílio transporte no contracheque;
  • Adicional de titulação;
  • Porte de arma;
  • Aquisição, renovação e adição de carteira nacional de habilitação gratuitamente;
  • Uniforme padronizado distribuído pelo órgão gestor;
  • Readmissão de agentes penitenciários demitidos arbitrariamente;
  • Prêmio anual de valorização de atividade penitenciária (14º salário);
  • Ampliação dos cursos de capacitação;
  • Implantação de escala de revezamento 24 x 72 horas;
  • Escola de administração penitenciária - criada pela Lei 1.908, de 03 de agosto de 2007.


Requisitos para ingresso na carreira:

  • certificado, devidamente registrado, de conclusão de curso de nível médio (antigo segundo grau), fornecido por instituição de ensino reconhecida pelo Ministério da Educação.

Atribuições do cargo:



  • garantir a integridade física, mental, emocional e moral de reeducandos, funcionários, familiares e visitantes;
  • promover segurança, salubridade, habitabilidade, ordem e a disciplina do estabelecimento;
  •  coibir a entrada de substâncias ilícitas ou não permitidas pelo regulamento interno no estabelecimento bem como sua utilização por reeducando sob sua responsabilidade;
  •  participar no processo de ressocialização e reinserção social do reeducando;
  •  dar suporte à realização das necessidades básicas tais como alimentação, saúde, vestuário, higiene pessoal, descanso, vínculos familiares e afetivos e o lazer, garantir a ordem e a segurança no interior dos estabelecimentos prisionais;
  •  desempenhar ações de vigilância interna e externa dos estabelecimentos prisionais, inclusive muralhas e guaritas, bem como em órgãos e locais vinculados ou de interesse do Sistema Prisional;
  •  exercer atividades de escolta e custódia de presos;
  •  executar operações de transporte escolta e custódia de presos em movimentações internas e externas, bem como de transferências interestaduais ou entre unidades no interior do Estado;
  •  realizar buscas periódicas nas celas;
  •  realizar revistas nos familiares e visitantes dos presos;
  •  prestar segurança a profissionais diversos que fazem atendimentos especializados aos presos nas unidades prisionais; 
  • conduzir presos à presença de autoridades;
  •  adotar as medidas necessárias ao cumprimento dos alvarás de soltura, obedecidas as normas próprias;
  •  informar ao preso sobre seus direitos e deveres de conformidade com o Regulamento Disciplinar Prisional e demais normas vigentes;
  •  verificar sobre a necessidade de encaminhar presos a atendimentos especializados;
  •  entregar medicamentos aos presos, observada a prescrição médica;
  •  prestar assistência em situações de emergência: primeiros socorros, incêndios, transporte de enfermos, rebeliões, fugas 


  • e outras assemelhadas;
  •  preencher formulários, redigir e digitar relatórios e comunicações internas;
  •  participar de comissões de classificação e de disciplina, quando designado; 
  • exercer outras atividades que vierem a ser incorporadas ao cargo por força de dispositivos legais.

Remuneração:




  • R$ 2.850,00 (Salário considerado inicial/atualizado em 2014).     

    • quarta-feira, 27 de maio de 2015

      5 Métodos utilizados por investigadores americanos para extrair confissão de preso éticamente

      Aos leitores do blog agente penitenciário seguimos compartilhando informações úteis para a comunidade dos agentes penitenciários em todo Brasil.

      Então, há uma maneira ética para extrair uma confissão de um preso?

      métodos éticos de confissão de preso

      Quando fui coordenador de segurança da Penitenciária Lemos Brito, em Salvador, Bahia, a partir do ano de 2009, por diversas vezes me deparei com situação que necessitava de métodos para extrair de um preso confissão sobre determinado ato. 
      Infelizmente, eu não conheço nenhum método mais eficaz do que persuadir o interrogado, seja com uso da força ou com métodos, digamos, minimamente éticos. Na verdade, o interrogado, não facilita o trabalho do investigador.
       Eles sabem que não será vantajoso confessar em nenhuma hipótese. O problema está em suas mãos, e você se encontra num dilema. Arrancar a confissão do preso a qualquer custo, mesmo que isto lhe cause problemas de conflitos éticos e morais, ou tentar obter a confissão através do convencimento. 
      Será, então, que os fins justificam os meios utilizados para a questão? Eu confesso que já utilizei de expedientes nada convencionais que certamente não os empregaria hoje. 
      No ano passado, o senado dos Estados unidos elaborou um relatório revelando métodos de reforço em investigações baseados na teoria do psicólogo Martin Seligman chamado de teoria do desamparo. A ideia do psicólogo era provar que os meios de confissão tradicionais como simulação de afogamento e privação do sono, além de ineficazes, eram repreensíveis e feriam aos princípios éticos.

      Para o psicólogo Christian Meissner de Iowa State University, métodos coercitivos faz com que o interrogado se desligue da realidade. Ainda de acordo com Meissner o único método eficiente é o que impulsiona o interrogado a cooperação, para isto é preciso usar os princípios da influência social.
      Par descobrir se há uma maneira ética para extrair a confissão de alguém, que o Presidente Barack Obama convocou em 2009 um grupo de psicólogos e outros especialistas, os quais ratificaram em seus relatórios que os métodos éticos de obter uma confissão é possível e sua utilização na investigação seria de grande valor.
      A seguir os métodos mais interessantes da pesquisa, sobre os quais eu recomendo você ter cuidado em caso de querer utilizar. Eles precisam ser melhor explorados e não significa que só porque foi estudado por renomados psicólogos americanos que pode ser empregado em qualquer situação. 




      1. Construa uma relação . Pense nisso como apenas "ser um bom policial." Os pesquisadores descobriram que criar um ambiente em que o interrogado sinta uma empatia causa mais efeito do que o interrogatório frio e acusatório. A primeira coisa que você tem que fazer é desenvolver a cooperação, tarefa que não é fácil. Na minha experiência como Coordenador de segurança, eu passei a entender que o preso, às vezes queria confessar alguma coisa, mas não sentia confiança no agente penitenciário que trabalha na base, nem tampouco no chefe. O primeiro passo, então era ganhar a confiança dele. Outro passo, que considero importante, é você não deixá-lo perceber que você quer enganá-lo apenas para lograr êxito. Eu tirava o foco do motivo que ele estava a li na minha presença, perguntando-lhe sobre sua vida, seu tempo de pena, sobre as dificuldades que passei quando morava em determinado bairro pobre da periferia...

      2. Preencher o espaço em branco. Para obter essa informação, em vez de fazer perguntas diretas, informe o seu alvo uma história sobre o que ele ou ela fez, levando a pessoa a acreditar que você já sabe o que aconteceu. Como você fornecer a narrativa, a parte culpada, então, fornecer detalhes e correções. Isso é chamado a técnica Scharff, nomeado pelo seu desenvolvedor, Hanns Scharff, um interrogador alemão durante a Segunda Guerra Mundial. A técnica foi mostrado para provocar mais informações do que o questionamento direto em um estudo de 2014. Pessoas interrogados usando este método também tendem a subestimar o quanto eles estão compartilhando.
      3. surpreendê-los. As pessoas que são interrogados, muitas vezes sabem que estão sob suspeita, então eles praticam suas respostas antes do tempo. Além disso, os mentirosos estão sob alta tensão cognitiva como eles tentam manter sua história em linha reta e, ao mesmo tempo atuar calma e serena. Se você perguntar-lhes algo inesperado, certamente ele irá tropeçar e você itá pegá-lo numa mentira.
      4. Peça a história para trás. Ao contrário do que muitos pensam, pessoas que contam a  verdade  são mais propensos a adicionar detalhes e rever as suas histórias ao longo do tempo, geralmente sempre se esquece algum detalhe, ao passo que os mentirosos tendem a manter suas histórias invariavelmente."Inconsistência é realmente apenas um aspecto fundamental da maneira como a memória funciona", diz Meissner. Uma técnica que os interrogadores usam para capitalizar sobre essa peculiaridade é chamada de reverso. As pessoas tendem a revelar eventos para trás ao invés de avançar no tempo. Esta estratégia tem um efeito duplo: Para pessoas que contam a verdade, fica mais fácil  lembrar na forma reversa, contando os fatos com riquezas de detalhes cronologicamente. Para os mentirosos, a tarefa se torna mais difícil quando colocado na ordem inversa; eles se tornam mais susceptíveis de facilitar a história ou se contradizem.
      5. Reter evidência até o momento crucial. Em um estudo em março passado, quando as pessoas foram confrontados com a evidência  de seus erros no início da entrevista, o interrogado adotou uma postura extremamente hostil ou imediatamente ficaram nervosa, dependendo do indivíduo . Ao invés de arriscar no início, os pesquisadores buscam a verdade aconselhando a usar a evidência a partir do meio para o final da entrevista, aludindo à prova sem fazer quaisquer acusações diretas, pelo menos não imediatamente.